Crítica a programa de TV mobiliza twitter na Bahia

postado por Cleidiana Ramos @ 3:30 PM
22 de maio de 2012

Pessoal: as redes sociais hoje estão fervendo por conta da crítica a um programa que veicula notícias policiais na Band Bahia.

A história já ganhou o portal da revista Imprensa que reproduzo abaixo.Cliquem aqui para conferir a história.  Após isso quero conhecer a opinião de vocês sobre o tema? Combinado?


Continuam inscrições para seriado online

postado por Cleidiana Ramos @ 6:20 PM
29 de março de 2011

Seriado terá negros como protagonistas. Foto: Divulgação| Dum Produções

Pessoal: postei aqui o anúncio sobre a seletiva para o seriado de Já É, o primeiro que tem como foco os afrodescendentes em formato online, realizado pela Dum Produções, mas ficou faltando dizer como fazer para se inscrever.

Podem participar modelos de 5 a 35 anos e atores e atrizes de 7 a 50 anos. O período de inscrição vai até o dia 9 e a seletiva aqui em Salavdor é no dia seguinte.

As inscrições podem ser feitas na DS Models na Rua Sete de Setembro, Ed. Executivo, Sala 606, Centro. Outras informações pelo telefone 71-3492-2104 e 8824-8371.

Para saber mais sobre o seriado é só clicar aqui.


Aprovado discute relações raciais

postado por Cleidiana Ramos @ 8:20 PM
9 de julho de 2009
O professor Jorge Portugal comanda o Aprovado. Foto: Thiago Teixeira | AG. ATARDE

O professor Jorge Portugal comanda o Aprovado. Foto: Thiago Teixeira | AG. ATARDE

O programa Aprovado deste sábado promete um bom debate. O tema em pauta é Relações Raciais.

Os primeiros convidados para discutir o assunto são a secretária estadual de Promoção da Igualdade, Luiza Bairros e o promotor de justiça Almiro Sena. O som  fica por conta da banda Diamba.

Já o quadro Fazendo e Acontecendo vai contar com a participação de makota Valdina, do terreiro Tanuri Junsara, que sempre tem muito a dizer sobre candomblé e também política. Makota Valdina é uma das militantes históricas do movimento negro organizado.  

O programa terá ainda a participação de Nádia Cardoso, coordenadora de Diversidade da Secretaria Estadual de Educação; do antropólogo Marcos Luciano Lopes, professor da Uneb; do jornalista Hamilton Vieira; do estudante Valmir Santos, que é membro da diretoria da Abes e do estudante de História da Ufba, Danilo Conceição. O Aprovado começa às 8 horas, na TV Bahia.       

 


Justiça suspende programa Na Mira

postado por Cleidiana Ramos @ 6:57 PM
16 de abril de 2009
Promotor Almiro Sena é um dos autores da ação civil pública que pediu a suspensão do programa. Foto:  Lúcio Távora | AG A TARDE

Promotor Almiro Sena é um dos autores da ação civil pública que pediu a suspensão do programa. Foto: Lúcio Távora | AG A TARDE

 

Organizações do movimento social negro  estão festejando a decisão judicial que determina o fim de veiculação do programa Na Mira, da TV Aratu.

A decisão é resultado de uma ação civil pública movida pelos promotores Almiro Sena, da 2ª Promotoria de Justiça da Cidadania, que cuida das questões de combate ao racismo e à intolerância religiosa,  e Isabel Adelaide de Andrade Moura,do Grupo de Atuação de Controle Externo da Atividade Policial ( GACEP).

A queixa não só em relação a este programa, mas a outros do gênero veiculado em outras emissoras, como o Se Liga Bocão da Itapuã, foram levadas ao MP também por representantes do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra (CDCN).

 
O entendimento do Conselho é que, além de desrespeitar os direitos humanos básicos, estes programas constrangem de forma maciça a população negra, personagens principais do material veiculado.

O debate, com certeza, agora vai esquentar ainda mais. O tradicional argumento da liberdade de expressão  se sustenta quando vai de encontro ao respeito a outros tão importantes?

Além disso, os meios de comunicação deveriam seguir critérios rígidos de responsabilidade social sobre o que veiculam, pois mesmo que não se dêem conta criam e reforçam estereótipos, preconceitos e ações discriminatórias.

Por outro lado, alguns precisam entender que o poder de punir crimes é da Justiça. Que a mídia auxilie o cumprimento dessa função é legítimo, mas dentro da legalidade. Querer punir crime cometendo outros aí é insanidade, no mínimo.