Ministério e secretarias começam ano com novos gestores

postado por Cleidiana Ramos @ 11:39 AM
5 de janeiro de 2015
Nilma Gomes é a nova titular da Seppir; Vera Lúcia dirige a Sepromi; Olívia Santa é secretária de Política para as Mulheres e Jorge Portugal assumiu a Secult. Fotos: Divulgação; Carol Garcia / GovBa; Edilson Lima / Ag. A TARDE/ 02.03. 2014; Claudionor Junior / Ag. A TARDE/ 23.02.2010

Nilma Gomes é a nova titular da Seppir; Vera Lúcia dirige a Sepromi; Olívia Santana é secretária de Política para as Mulheres e Jorge Portugal assumiu a Secult. Fotos: Divulgação; Carol Garcia / GovBa; Edilson Lima / Ag. A TARDE/ 02.03. 2014; Claudionor Junior / Ag. A TARDE/ 23.02.2010

As gestões públicas federal e estadual começam o ano com novos titulares no ministério e secretarias que são cruciais nas  políticas voltadas para a população negra.

A nova titular da Secretaria Especial de Políticas para a Promoção da Igualdade Racial (Seppir), que tem status de ministério, é a mineira Nilma Lino Gomes. A ministra é pedagoga, mestra em educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), doutora em antropologia social pela Universidade de São Paulo (USP)  e pós-doutora em sociologia pela Universidade de Coimbra, Portugal.

Professora da UFMG e pesquisadora da área de relações étnico-raciais, Nilma foi a primeira mulher negra a chefiar uma universidade federal brasileira: a Unilab (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira), que, inclusive, tem um campus na Bahia, em São Francisco do Conde.

A Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade (Sepromi) tem como nova titular a ex-dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), Vera Lúcia Barbosa. Natural de Eunapólis, cidade localizada no extremo sul da Bahia, Lucinha como também é chamada pelos movimentos sociais, foi titular da Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres (SPM), durante o governo Wagner.

A SPM será dirigida por Olívia Santana, que vem da militância histórica do movimento negro. Fundadora da Unegro e filiada ao PCdoB, Olívia já foi secretária municipal de Educação, quando adotou como principal política a operacionalização da Lei 10.639/2003, que estabelece o ensino de História da África e Cultura Afro-Brasileira;  ocupou também uma vaga na Câmara de Salvador e em 2012 concorreu como vice na chapa encabeçada por Nelson Pelegrino para prefeito da capital baiana.

Já a pasta estadual de Cultura (Secult) tem Jorge Portugal. Professor conhecido por suas aulas lúdicas, o novo secretário tem dito que sua principal missão será fazer uma interação entre as ações culturais e  educacionais.

Boa sorte aos novos gestores e que eles tenham uma atuação que renda bastante conteúdo positivo para o Mundo Afro, ou seja, notícias que a gente publica com o coração em festa.


Mais especulações sobre secretariado de Wagner

postado por Cleidiana Ramos @ 1:00 PM
17 de janeiro de 2011

Governador Jaques Wagner ainda não definiu novo secretariado. Foto: Lúcio Távora | Ag. A TARDE

Continua a novela das especulações sobre o novo secretariado do governo Wagner. Enquanto os nomes, dizem pessoas próximas ao governador, estão trancados a sete chaves, o disse-me-disse corre solto.

Havia escrito aqui sobre a Sepromi, citando os nomes de Olívia Santana e Sílvio Humberto. Soube de outra candidata considerada a mais forte dos três: Valdecy Nascimento, que é a atual superintendente de política para as mulheres da Sepromi.

O nome agrada setores da militância e também do PT, que até aqui tem sido o partido contemplado nas nomeações para a secretaria. Há também muita especulação em relação à Cultura. Até agora, talvez tenha sido esta a secretaria com mais nomes incluídos na bolsa de apostas.

Mas o que realmente ganhou maior repercussão com indícios de certeza foi o do professor da Faculdade de Comunicação da Ufba (Facom), Albino Rubim.

Com essa indicação considerada favas contadas, eis que fiquei sabendo que setores do PT estão se movimentando com suas indicações, dentre as quais  a do doutor em história e diretor da Fundação Pedro Calmon, Ubiratan Castro e do professor e apresentador, Jorge Portugal. O nome de Olívia Santana também corre por fora.

Enfim, vamos aguardar que o governador anuncie todos estes nomes acabando com o suspense que já está ficando incômodo, afinal as secretarias tem funções a cumprir.


Rumores sobre a sucessão na Sepromi

postado por Cleidiana Ramos @ 3:22 PM
11 de janeiro de 2011

Olívia Santana e Sílvio Humberto são apontados como possíveis titulares da Sepromi. Foto: Montagem com fotos de Iracema Chequer| 04.01.2011 e Rejane Carneiro | 01.02.2005| Ag. A TARDE

Dizem que o governador Jaques Wagner só vai anunciar o secretariado depois da Lavagem do Bonfim, mas as especulações sobre nomes não param.

No que diz respeito à Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade (Sepromi), com a saída de Luiza Bairros para assumir a Seppir quem está no comando é Lucy Goes. Ela era a chefe de gabinete da gestão de Luiza.

Até agora os dois nomes mais citados nos buxixos sobre a sucessão na Sepromi são os de Olívia Santana e Sílvio Humberto, presidente do Instituto Cultural Steve Biko.

Uma fonte me contou que as chances de Olívia Santana situam-se em cerca de 50%, mas há um problema partidário. Olívia é do PCdoB e, desde a criação da Sepromi, o comando ficou com quadros do PT.

O outro nome ventilado é o de Sílvio Humberto que tem um trabalho brilhante à frente do Biko, mas aí o entrave seria a preferência em ter sempre uma mulher no comando do órgão. Se bem que o primeiro secretário da pasta foi o deputado federal Luiz Alberto (PT-BA). Sílvio, me disseram, tem bom trânsito entre as alas petistas.

Mas prestem atenção: isto tudo está no nível do boato, ou seja, pode ou não se confirmar.


Câmara Municipal celebra os 30 anos do Ara Ketu

postado por Cleidiana Ramos @ 8:11 PM
20 de setembro de 2010

Bloco Ara Ketu festeja seus 30 anos. Foto: Xando Pereira|Ag. A TARDE| 25.02.2006

Amanhã tem sessão especial na Câmara de Salvador para celebrar os 30 anos do bloco Ara Ketu. A cerimônia será às 19 horas e foi proposta pela vereadora Olívia Santana (PCdoB).

O Ara Ketu foi fundado em 8 de março de 1980 por moradoes de Periperi. No início tinha a percussão como base musical. A partir de 1989 surgiu a banda Ara Ketu com instrumetnos de sopro, bateria e teclado para acompanhar o som.

Em 1997 surgiu oInstituto Ara Ketu que realiza as ações sociais do bloco.        


Estatuto da Igualdade: lamentar ou seguir em frente?

postado por Cleidiana Ramos @ 2:53 PM
3 de agosto de 2010

Articulista analisa o Estatuto da Igualdade Racial que suprimiu menções a direitos de quilombos como o de Tijuaçu. Foto: Patrícia Navarro | Divulgação

Olívia Santana

O presidente Lula acaba de sancionar a Lei 12.288/2010, que institui o Estatuto da Igualdade Racial. Vale lembrar que a militância negra reagiu com veemência ao relatório do senador Demóstenes Torres (DEM) que, numa só canetada, pôs por terra artigos que instituía as cotas nas universidades, reservava vagas  para negros na Lei eleitoral, definia políticas específicas para a saúde da população negra e titulação das terras de quilombos, quando o projeto de Lei ainda tramitava na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Aliás, o senador vem se notabilizando por sua posição sistemática de oposição às políticas voltadas à eliminação do racismo no Brasil sob o pretexto de defender a unidade nacional. Por ocasião da audiência pública ocorrida no Supremo Tribunal Federal que discutiu a Argüição por Descumprimento de Preceitos Fundamentais, movida pelo DEM contra o Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da UNB, que instituiu as cotas para negros, Demóstenes chegou a debochar das mulheres que viveram o horror da escravidão dizendo que leu Gilberto Freire e por isso sabia que não houve estupro durante o escravismo. Segundo ele, as coisas aconteceram de “forma muito mais consensual.”

Na verdade, os setores conservadores de plantão tentaram impor uma derrota completa ao Estatuto, mas não conseguiram. Portanto, diante de uma Lei aprovada e sancionada, mais do que remoer o que foi suprimido do texto é preciso virar a página sem esquecer a história. Vale muito o que foi mantido, pois é, essencialmente, o resultado de uma década de debates e enriquecimento do projeto de autoria do Senador Paulo Paim que iniciou com 30 artigos e se tornou uma Lei de 64 artigos.

Pela primeira vez na história do país, temos formalizado o direito às ações afirmativas destinadas ao enfrentamento das desigualdades étnicas no tocante à educação, cultura, esporte , lazer, saúde, segurança, trabalho, moradia, meios de comunicação de massa, financiamentos públicos, acesso a terra, à Justiça, e outros, conforme determina o artigo 4º do Estatuto.

O Estatuto da Igualdade Racial soma-se a um conjunto de conquistas iniciadas no final do século XX, a exemplo da criminalização do racismo na Constituição de 1988, da Lei 7.716/89 que pune os crimes de racismo, da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o Ensino da História e da Cultura Afro-brasileira e Africana, dentre outras que quebraram o jejum desde a restrita Lei 353/1888 – a Lei Áurea.

O desafio agora é materializar direitos. Com base no Estatuto, temos de garantir a aprovação do PL 3.627/04,que institui o Sistema Especial de Reserva de Vagas para estudantes egressos de escolas públicas, negros e indígenas, nas instituições públicas federais de educação superior. Além disso, derrubar a ADPF-186 contra as cotas na UNB e a Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o Decreto Presidencial 4887 que regulariza as terras de quilombos, também movida pelo DEM junto ao Supremo Tribunal Federal.

Ação afirmativa agora é Lei no Brasil. Não como estratagema para reafirmar classificações raciais a serviço da segregação, como alguns teimam em querer rotular. Mas para remover obstáculos e encurtar distâncias entre brancos e negros no acesso aos direitos econômicos, educacionais, culturais e sociais.

Mas há diferença entre o legal e o real. Nunca foi e não será através de leis que promoveremos mudanças estruturais no país. A legislação é uma ferramenta importante, mas há que se realizarem amplos processos de reestruturação do Estado democrático que resulte em desconcentração da renda, em elevação da qualidade da escola pública em todos os níveis, que forme quadros capazes de responder ao novo ciclo de desenvolvimento da nação, que crie oportunidades para todos e elimine as desigualdades salariais baseadas em cor e sexo.

Não se pode mais aceitar democracia racial como retórica e nem as iniqüidades entre homens e mulheres, pobres e abastados. O Estado brasileiro deve se lançar ao desafio da refundação da unidade nacional, com valorização da diversidade e com a efetiva consagração dos direitos de todos.

Olívia Santana é vereadora presidente da Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Lazer


Afro Imagem: Vida longa ao Ilê Axé Opô Afonjá

postado por Cleidiana Ramos @ 11:04 AM
14 de julho de 2010

A Câmara Muncipal de Salvador fez uma bela e justa homenagem aos 100 anos do Ilê Axé Opô Afonjá na noite de ontem. No registro do repórter fotográfico, Claudionor Júnior, da Agênica A TARDE, aparecem Ribamar Daniel, presidente da Sociedade Cruz Santa do Axé Opô Afonjá; a ialorixá do terreiro, Mãe Stella de Oxóssi , e a vereadora Olívia Santana, que propôs a cerimônia.


Festa para o Ilê Axé Opô Afonjá

postado por Cleidiana Ramos @ 1:06 PM
12 de julho de 2010

Terreiro comandado por Mãe Stella completa 100 anos. Foto: Diego Mascarenhas| Ag. A TARDE

O Ilê Axé Opô Afonjá está comemorando 100 anos. Fundado por Mãe Aninha em 1910, a casa consagrada a Xangô se tornou um dos mais importantes candomblés brasileiros com governos marcados pelo carisma de suas sacerdotisas.

A atual, Mãe Stella de Oxóssi, é admirada não só por seu saber religioso, mas também por sua inteligência aguda traduzida nos livros que escreve. Um deles, Meu Tempo É Agora, está em sua  segunda edição.

Amanhã, às 18 horas, na Câmara Municipal tem sessão especial para comemorar os 100 anos do Afonjá. A seção foi proposta pela vereadora Olívia Santana (PCdoB).

No final do mês tem mais comemorações. Dia 30, a partir das 19horas , acontecerá saudação à casa pelos alabês do terreiro, seguida de performance do dançarino e coreógafo norte-americano Clyde Morgan, lançamento de selo e carimbo pelos Correios e apresentação do afoxé Filhos de Gandhy. O traje pedido para participar da festa é branco.

No dia seguinte, a partir das 8 horas tem mesa redonda e palestras com a particpação de Yeda Pessoa de Castro, Muniz Sodré, babalorixá Bira de Xangô, Ubiratan Castro, Luis Domingos, Adilson Almeida e Jaime Sodré. Nesse mesmo dia  às 17  horas tem o lançamento do Livro de Contos de Tia Detinha e Xangô, de Raul Lody. Às 18 horas será exibido o vídeo-memória E Daí nasceu o Encanto: 100 anos do candomblé de São Gonçalo. Em seguida começa a apresentação do bloco Cortejo Afro e convidados.

No domingo, 1º de agosto, a partir das 9 horas tem palestra com Maria Paula Adinolfi, apresentação dos alunos do grupo de capoeira e da oficina de dança do terreiro e apresentação da Banda Aiyê e convidados.

No dia 26 de agosto o Afonjá vai sediar o encontro de secretários de educação dos municípios da Bahia para discutir a Lei 11.645/08 (que atualizou a Lei. 10.639/03 que estabelece o ensino de História da África e Cultura Afro-Brasileira). O evento chama-se Ofin ni Olope (Lei em Ação).

A Escola Eugênia Anna dos Santos que funciona no Afonjá é referência nacional na aplicação da Lei por conta de sua metodologia inovadora que parte de mitos africanos para aplicar todos os conteúdos.


Salvador celebra luta contra a intolerância religiosa

postado por Cleidiana Ramos @ 11:32 AM
19 de janeiro de 2010
Mãe Jaciara à frente da caminhada realizada no ano passado. Foto: Fernando Vivas |AG. A TARDE

Mãe Jaciara à frente da caminhada realizada no ano passado. Foto: Fernando Vivas |AG. A TARDE

Salvador vai ter na próxima quinta-feira atividades em comemoração ao Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Às 9 horas, acontece a 3ª Caminhada Contra a Intolerância Religiosa e Pela Paz, em Itapuã. O ato está sendo organizado pelo Terreiro Abassá de Ogum.

A saída será do monumento conhecido como Sereia de Itapuã, às 9 horas. A caminhada seguirá em direção ao Abaeté.

Às 14 horas,  religiosos de matriz africana, indígena, espíritas, budistas, islâmicos, seicho-no-iê, batistas, representantes da ortodoxa Bielo-Russia cristã, dentre outros segmentos, participam de um ato inter-religioso no Espaço Cultural da Barroquinha. O evento está sendo promovido pela União de Negros pela Igualdade (Unegro), com os apoios  do gabinete da vereadora Olívia Santana e das secretarias estaduais de  Direitos Humanos (SJCDH) e de Promoção da Igualdade (Sepromi), além das  fundações  Pedro Calmon e Gregório de Mattos.

A data faz uma homenagem à memória da ialorixá Mãe Gilda, que comandava o Abassá de Ogum. Ela teve a sua saúde agravada a partir de agressões promovidas por evangélicos, com invasões ao seu terreiro.  Por fim, uma fotografia sua foi publicada numa matéria do jornal Folha Universal, pertencente à Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), onde sacerdotes das religões de matriz africana eram tachados de “charlatães”.

No dia 21 de janeiro de 2000, Mãe Gilda morreu por conta de um infarto. Os familiares da sacerdotisa, liderados pela atual ialorixá do Abassá de Ogum, Jaciara Ribeiro, após uma longa batalha judicial, conseguiram reparação por danos morais. A vitória é considerada um marco da luta contra a intolerância religiosa no Brasil.

Em 2004,  por meio de um projeto de Lei da vereadora Olívia Santana foi instituído o Dia Municipal de Combate à Intolerância Religiosa. A Lei Municipal  serviu de inspiração para que o deputado Daniel Almeida apresentasse um PL na Câmara Federal que instituiu o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.

 


Afro Imagem: A cidadã Elza Soares

postado por Cleidiana Ramos @ 2:10 PM
28 de agosto de 2009

Elza-Soares

A fotografia de Marco Aurélio Martins é um registro da sessão da Câmara Muncipal de Salvador  que concedeu o título de cidadã de Salvador à cantora Elza Soares, na última quarta-feira. A indicação foi por meio de um projeto da vereadora Olívia Santana.


Ministro do Senegal recebe título de cidadão de Salvador

postado por Cleidiana Ramos @ 2:25 PM
11 de agosto de 2009
Amadou Lamine Faye vai se tornar cidadão de Salvador.  Fernando Amorim|AG. A TARDE

Amadou Lamine Faye vai se tornar cidadão de Salvador. Fernando Amorim|AG. A TARDE

Amanhã, o ministro da Diáspora do Senegal, Amadou Lamine Faye, vai receber o título de cidadão de Salvador. O ministro de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Edson Santos, participa da solenidade a partir das 19 horas na Câmara Municipal em um dia especial: a data em que aconteceu a Revolta dos Búzios, movimento também conhecido como Conjuração Baiana e Revolta dos Alfaiates. 

A Revolta dos Búzios, ocorrida em 1798 em Salvador, defendeu bandeiras como o fim da escravidão e a instalação da República. Os líderes Manoel Faustino dos Santos, João de Deus do Nascimento, Luiz Gonzaga das Virgens e Lucas Dantas, todos negros, estão entre os principais ativistas do movimento.

Autora do projeto para concessão do título, a vereadora Olívia Santana (PCdoB), destaca a importância dos laços entre  Senegal e Brasil.

“Levas de senegaleses foram trazidos para o Brasil, principalmente para Salvador. A nossa intenção é fazer esse  irmanamento entre a capital baiana e a Ilha de Goré, no Senegal,  e assim garantir que políticas de relações comerciais, culturais e educacionais possam acontecer entre as duas cidades, com impactos positivos para ambas”, disse.

O novo cidadão soteropolitano, Lamine Faye, é jornalista e escritor. Como ministro ele atua na assessoria para elaboração de políticas do governo senegalês para uma melhor integração com países da diáspora, caso do Brasil.  

Além das suas atividades políticas, Faye lançou a revista bilingue- que circula também em Salvador- Destin de L´Afrique (Destino da África)-, que tratou do Carnaval e de outra manifestações de matriz africana na Bahia. Ele também realizou um documentário sobre a capital da Bahia e o Colóquio da Unegro, realizado aqui no ano passado em comemoração aos seus 20 anos.