Homenagem a Obaluaê e São Roque

postado por Cleidiana Ramos @ 7:11 PM
13 de agosto de 2010

Conto do professor Ubiratan Castro de Araújo resgata a religiosidade afro-brasileira. Foto: Haroldo Abrantes| AG. A TARDE|12.11.2009

Este mês de agosto é rico em diversidade de festas religiosas. Por conta da associação entre São Roque, que vai ser festejado na próxima segunda-feira, com Obaluaê, título para o orixá Omolu que governa e controla principalmente as doenças de pele, são várias as reverências para esta divindade da nação ketu e semelhantes na nação angola como Kavungo e Azoany da jeje.

Como homenagem estou publicando aqui, dividida em duas partes, uma história deliciosa, das muitas narradas, pelo professor Ubiratan Castro de Araújo no livro Sete Histórias de Negro, publicado em 2006, ampliado com  Histórias de Negro, lançado no ano passado.

Desde a primeira vez em que li o conto numa das edições da revista da Fundação Cultural Palmares fiquei encantada e ri muito. O estilo leve e cheio de humor do professor é inconfundível. Lendo, parece que a gente o está ouvindo falar.

Por isso achei que esta era uma boa homenagem a Obaluaê, a quem o professor Bira tem a sua cabeça consgarada. Atotô!

E atenção professores: vale como suporte didático para aplicação da Lei 11.645/08, que reformou a Lei 10.639/3 estabelecendo, além do ensino de História da África e Cultura Afro-Brasileira, a  História e Cultura Indígenas.

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2 Respostas to “Homenagem a Obaluaê e São Roque”

  1. André Santana  Says:

    Bem oportuno este conto, Cleidiana, no momento em que a cidade se enche de devotos distribuindo a flor de Omolú, e com ela saúde e prosperidade. O livro Histórias de Negro (versão ampliada), do professor Ubiratan Castro, será lançado no dia 22 de agosto na 21º Bienal Internacional do Livro de São Paulo, com leitura de alguns desses deliciosos contos pelo ator Angelo Flávio. Salve Omolú, Salve São Roque, Atotô!

  2. Cleidiana Ramos  Says:

    Que boa notícia André. Se rolar registro daí manda para a gente. Adoro esse conto e todos os outros que formam o livro.Tem até homenagem ao povo de Iaçu. Viva a Obaluaê e a esse mês tão especial. Abraços, Cleidiana.

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