Especial aborda as delícias e tempero cultural da cozinha baiana

postado por Cleidiana Ramos @ 2:18 PM
19 de novembro de 2015
Foto: Marco Aurélio Martins/ Ag. A TARDE

Foto: Marco Aurélio Martins/ Ag. A TARDE

A edição nº 13 do especial em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra circula amanhã, sexta, dia 20,  em meio a muitas novidades.

Além da variação de linguagens narrativas na versão impressa – experimentação literária; textos bem próximos da oralidade; certo tempero poético, fotonovela e infografias – um material multimídia vai tornar o especial, que navega pelo universo da comida, ainda mais saboroso.

Uma das nossas experimentações foi  produzir uma versão inspirada nos já famosos games gastronômicos que invadiram a TV. Mas em nossa produção o que importa não é a competição, mas a transmissão de valores como solidariedade, memórias afetivas, capacidade de ouvir e ousadia para criar.

O vídeo foi produzido por meio de uma parceria com o Instituto Mídia Étnica (IME), organização voltada para a formação de comunicadores negros que está festejando dez anos, no próximo sábado. Saiba mais sobre o IME clicando aqui.

Elenco  

Toparam o desafio de preparar uma refeição – prato principal, bebida e uma sobremesa – os estudantes de gastronomia, Cláudia Santos, 42 anos, 9º semestre, Ufba; Luciane Dias , 37 anos, 3º semestre, Faculdade Batista Brasileira e Iago Luz, 21 anos ( 6º semestre, Ufba).

Claudia Santos, Luciane Dias e Iago Luz. Foto: Marco Aurélio Martins / Ag. A TARDE

Claudia Santos, Luciane Dias e Iago Luz. Foto: Marco Aurélio Martins / Ag. A TARDE

Os pratos passaram pelo crivo de uma equipe de peso: os chefs Alício Charoth; Angélica Moreira, Beto Pimentel e Matheus Almeida.

Os chefs Beto Pimentel, Angélica Moreira, Matheus Almeida e Alício Charoth. Foto: Marco Aurélio Martins

Os chefs Beto Pimentel, Angélica Moreira, Matheus Almeida e Alício Charoth. Foto: Marco Aurélio Martins

Em um primeiro momento, os estudantes apresentaram suas ideias e receberam orientações.

O momento em que ouviam as sugestões dos mestres. Foto: Marco Aurélio Martins/ Ag. A TARDE

O momento em que ouviam as sugestões dos mestres. Foto: Marco Aurélio Martins/ Ag. A TARDE

Depois foram para a cozinha meter a mão nos mais variados ingredientes para preparar suas surpresas. Os detalhes e desfecho dessa história vocês conferem no vídeo intitulado  Vamo Ngudiá. Veja um aperitivo :

A escolha do nome

A frase é uma brincadeira unindo o nosso português falado dia-a-dia e a a palavra que convida a comer na língua kimbundu, que é um dos muitos elementos culturais que herdamos dos povos angolanos.

É por conta da sua forte influência que usamos palavras como samba, moleque e nem nos damos conta.

Para escolher essa palavra consultamos Taata Lubitu Konmannanjy,  especialista em língua banto  que é o nome do grupo linguístico que o kimbundu integra. Taata Konmannanjy é  presidente da Associação Nacional Cultural de Preservação do Patrimônio Bantu (Acbantu).

Sediada em Salvador, a Acbantu reúne terreiros de candomblé de nação angola, grupos de congada, quilombos e outras associações com essas características, espalhadas pelo Brasil.

Quer saber mais sobre a Acbantu? É só clicar aqui

Roteiro

Portanto, amanhã, confira o especial encartado no jornal A TARDE e a sua extensão em conteúdos digitais no Portal A TARDE

Aqui no Mundo Afro o espaço será para produções extras  como artigos, álbum das fotografias realizadas pelo fotógrafo Marco Aurélio Martins, bastidores da produção do especial  e muito mais. 

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