Arquivo da Categoria 'Cinema'


Cinzas é apresentado em festival

postado por Cleidiana Ramos @ 3:07 PM
22 de julho de 2015
Cena do filme Cinzas que será lançado no festival Latinidades. Foto: Divulgação

Cena do filme Cinzas que será lançado no festival Latinidades. Foto: Divulgação

Cinzas, segundo filme da diretora baiana Larissa Fulana de Tal , será lançado na próxima sexta-feira, em Brasília, às 14 horas. A exibição acontecerá durante o Festival da Mulher Afro Latino-Americana e Caribenha (Latinidades).

A história do filme gira em torno de Toni, negro, que começa o dia de uma forma complicada: ônibus lotado, salário atrasado, descrença nos estudos, contas vencidas, temor da violência policial e solidão. Sua história, adaptada de um conto homônimo do escritor Davi Nunes, encontra outras semelhantes.

“Acreditamos que a temática racial no filme é tão importante quanto a autonomia da voz. Sabemos falar por nós mesmos, e isso é Cinzas. É uma felicidade muito grande para toda equipe lançarmos no Festival Latinidades”, destaca a diretora.

Cinzas é mais uma produção do coletivo Tela Preta, que luta por uma maior representatividade negra no campo do audiovisual.

O Festival da Mulher Afro Latino-Americana e Caribenha acontece há oito anos e já se sedimentou na agenda internacional das lutas do movimento de gênero. O tema desse ano é a produção realizadas por mulheres negras no cinema.

Pseudônimo

Larissa, diretora de Cinzas, escolheu o pseudônimo “Fulana de Tal” como complemento para o seu nome para fazer uma referência aos inúmeros mulheres e homens comuns. Bacharel em cinema e audiovisual pela UFRB é diretora do videoclipe Axé (2012), que recebeu menção honrosa no 3º FestClip realizado em São Paulo. Lápis de Cor (2014) foi o seu primeiro filme contemplado com o edital  Chamada de Curtas Universitários do Canal Futura.

O quê: Lançamento do filme Cinzas
Quando: 24 de julho, às 14 horas.
Onde: Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, no Cine Brasília. A entrada é gratuita.


O embalo de Jim Croce para curtir Django Livre

postado por Cleidiana Ramos @ 1:46 PM
2 de agosto de 2014

Além de um bom filme, Django Livre, de Quentin Tarantino, tem uma trilha sonora maravilhosa. Uma das músicas é “I got a name”, de Jim Croce. Vale ouvir a música e ver cenas do filme com um elenco encabeçado pelo maravilhoso Jamie Foxx.


Filme com diretor e atores negros é premiado

postado por Cleidiana Ramos @ 7:46 PM
3 de março de 2014
Lupita Nyong´o recebeu o Oscar de melhor atriz coadjuvante por sua atuação no filme "12 anos de escravidão". Foto: Evan Agostini/Invision/AP

Lupita Nyong´o recebeu o Oscar de melhor atriz coadjuvante por sua atuação no filme “12 anos de escravidão”. Foto: Evan Agostini/Invision/AP

Cinema também é feito de símbolos por isso o dia de ontem foi especial. Na cerimônia do Oscar,  “12 anos de escravidão” ganhou o prêmio de melhor filme. Além disso, a queniana Lupita Nyong´o levou o Oscar de melhor atriz coadjuvante.

Valeu driblar o sono e aguentar as partes arrastadas da cerimônia, como as piadas nem sempre engraçadas da apresentadora Ellen DeGeneres, para ver a vitória de um filme que traz um exemplo do que tem feito a historiografia moderna sobre a escravidão ao, por meio da história de indíviuos reais, apresentar informações mais amplas sobre o contexto dessa tragédia vivida por africanos e seus descendentes nas Américas por mais de 300 anos.

O filme conta a história de Solomon Northup que, mesmo livre, foi raptado e reescravizado. Inclusive, na edição de domingo do jornal A TARDE publicamos histórias reais de nascidos livres em Salvador que foram escravizados.

Mas além da vitória de um filme contundente e muito interessante o que me chamou a atenção foi a proeminência de artistas negros na cerimônia do Oscar. Will Smith apresentou a categoria “melhor filme”; Jamie Foxx, maravilhoso em Django Livre, apresentou os prêmios para trilha sonora. Ainda houve uma participação emocionante de Sidney Poitier ao lado de Angelina Jolie.

Além disso, ao receber o Oscar de melhor filme, o diretor inglês Steve MCQueen fez um discurso de como a escravidão é real também para os negros e negras de hoje. Quando a TV brasileira terá uma inserção dos afro-brasileiros desse tipo?


Tem Barravento no Forte da Capoeira

postado por Cleidiana Ramos @ 4:30 PM
23 de setembro de 2010

Barravento é atração de projeto no Forte da Capoeira. Foto: Divulgação | Ag. A TARDE

Amanhã,  sexta-feira, às 19 horas, acontecerá a exibição de Barravento, dirigido por Glauber Rocha e lançado em 1961, na Academia João Pequeno de Pastinha que funciona no Forte Santo Antônio, que já é conhecido como o “Forte da Capoeira”.

A exibição do filme é mais uma atividade cultural da agremiação que sempre apresenta filmes ligados à temática afro-brasileira.

Após os filmes, exibidos na última sexta-feira de cada mês, tem o Samba de Botequim, que começa às 21 horas. no Largo do Santo Antônio Além do Carmo.  Bom programa.


Invictus: o esporte como política

postado por Cleidiana Ramos @ 1:44 PM
25 de junho de 2010

Morgan Freeman e Matt Damon protagonizam história real. Foto: Divulgação

Para quem pode curtir férias e feriadão neste período ( e para os baianos na próxima semana tem mais por conta do 2 de julho) sugiro  dar uma olhadinha em Invictus.

O filme conta a história real da trajetória da seleção sul africana durante a Copa do Mundo de Rugby que recebeu em casa logo após a eleição de Nelson Mandela em 1995. Para ele, a vitória da seleção sul africana era essencial para o seu trabalho de selar a paz entre brancos e negros pós apertheid.

O time de rugby era um dos mais firmes símbolos do regime segregacionista e Mandela no lugar de eliminá-lo decide mantê-lo.

O filme é dirigido por Clint Eastwood e Nelson Mandela é vivido pelo ótimo Morgan Freeman. Quem faz o capitão do time, François Pienaar, fundamental para o papel que Mandela desenvolve na história, é Matt Damon.

O filme é bonito, mas  meio água com açúcar  e os diálogos, principalmente os de Mandela, tem alguns momentos que soam como discurso. Não é possível que mesmo o grande Mandiba seja brilhante até no café da manhã.  Mas Morgan Freeman dá um show, o que ele sempre faz, ainda mais com o espaço para ser protagonista.

Uma das cenas mais belas é a que acontece em um ponto de táxi ao mesmo tempo que a partida final é disputada. Cheia de dramaticidade e tensão, numa apologia ao que era o momento político na África do Sul.

A ideia inicial de Eastwood era filmar a biografia de Nelson Mandela, mas como ela era muito rica ele preferiu se apoiar nesse episódio de como Mandela usou o esporte para tentar pacificar o país. Os que têm Sky podem aproveitar para ver o filme  em paper view. Quem não tem pode recorrer às locadoras.


Ópera negra

postado por Cleidiana Ramos @ 10:55 AM
23 de junho de 2010

Todos os atores do filme Carmen Jones são negros. Foto: Discover Black Heritage | Divulgação

Ganhei um presente do amigo e jornalista João Saldanha: o filme Carmen Jones, de 1954, que traz Harry Belafonte e Dorothy Dandridge nos papéis principais e foi dirigido por ‘Otto Preminger.

O filme conta a história de um soldado americano interpretado por Harry Belafonte  que está prestes a se casar é seduzido pela bela Carmen.

O filme é um musical, afinal a inspiração vem da opera Carmen, de Bizet. Mas o toque especial é que todos os atores são negros. Isso quando ainda estava em vigência a segregação racial no sul dos EUA.

Dorothy foi a primeira negra indicada ao Oscar por sua interpretação, em 1955, mas não levou. Quando Halle Berry ganhou o Oscar em 2002 , fez uma homenagem a Dorothy.

Harry Belafonte está ótimo, embora durante as canções sua voz tenha sido dublada por LeVern Hutcherson, assim como Dorothy foi dublada por Marilyn Horne.

Além do talento dos atores chama também a atenção a boa forma física de Harry Belafonte com músculos bem esculpidos numa época em que não tinha nenhum truque para deixá-lo daquele jeito.

É fácil achar o filme em DVD  nas prateleiras de clássicos das locadoras.


Paródia sobre apertheid e racismo

postado por Cleidiana Ramos @ 3:56 PM
4 de junho de 2010

Filme de ficção científica discute questões como o racismo. Foto: Divulgação

Enquanto estava me recuperando da conjuntivite tive um tempinho para ver um filme em casa. Descobri, então, Distrito 9. É um filme de ficção científica, cheio de aliens e a violência típica do gênero, mas a película vai mais além ao abordar questões como preconceito e racismo. Na verdade trata-se de uma paródia sobre o apertheid e seus dilemas na África do Sul, onde a história se passa.

Os alienígenas do filme vivem em uma favela, vinte anos após a sua chegada à África do Sul, mas um plano de uma empresa de armamentos que tem interesses escusos,  a MNU, quer levá-los para um novo gueto e esconde segredos bem mais pesados e que passam longe da ética.

A história é entremeada por depoimentos no estilo documentário. Algumas das entrevistas são  reais, mas o diretor usou o recurso de levar os moradores de favelas que dão depoimentos a imaginar que estavam se referindo aos imigrantes ilegais. Eles vêm massivamente do Zimbábue e são chamados de “illegal aliens”. No filme, os sul-africanos soltam o verbo contra esses grupos que chegam à África do Sul para fugir da ditadura de Robert Mugabe.

Houve, inclusive, um massacre com 50 mortos dos quais a maioria era formada por imigrantes do Zimbábue logo após as filmagens em 2008, o que levou o diretor Neill Blomkamp, natural do país, a declarar que se arrependeu de  ter feito as entrevistas.

O filme foi a sensação do verão norte-americano do ano passado e em três dias arrecadou os US$ 30 milhões que foram investidos na sua produção.

A história roda em torno do agente Wikus (o ator sul africano Sharlto Copley) que é o comandante da missão de retirada dos aliens. A forma pejorativa com que ele encara o grupo é um dos destaques do filme. Logo Wikus vai sentir, literalmente, na pele os efeitos do seu preconceito.

O filme é bem interessante por mostrar outros aspectos do apertheid e do ódio racial na África do Sul, inclusive aquele que nasce mesmo na relação entre oprimidos, sem torná-los, embora vítimas de um mesmo sistema, aliados.

Blomkamp, o diretor, vem de uma família de classe média alta, é branco e vive hoje no Canadá, mas cresceu ainda sob a vigência do regime de segregação racial na África do Sul. Ele faz trabalhos voluntários, eventualmente, nas favelas de Johannesburgo.

Uma curiosidade do filme e que não deve ter agradado os nigerianos: na película, eles são os líderes das gangues que exploram os aliens por meio do tráfico de comida de gato enlatada, que os deixa enloquecidos. Embora possa parecer que o filme caminhe pelo humor, às vezes, na verdade, as questões que ele levanta são sérias e incômodas.

Vocês podem conferir o trailler do filme abaixo:


Os novos trabalhos de Érico

postado por Cleidiana Ramos @ 2:40 PM
13 de maio de 2010

Érico faz participação no episódio de hoje de A Grande Família. Foto: Cláudio Guimarães | Divulgação

Os fãs de Érico Brás, ator do Bando de Teatro Olodum, não podem perder o episódio de hoje de A Grande Família na Globo. Érico, que  é um dos destaques de Ó Paí Ó nos seus três formatos — peça, filme e série- vai fazer uma participação especial no programa.

A partir do próximo dia 21 de maio, Érico pode ser visto também como o policial Agenor no filme Quincas Berro D´Água de Sérgio Machado. O filme também tem a participação de Rejane Maia (que tem uma excelente atuação em Ó Paí Ó), Mary Batista e Elane Nascimento.


Cinema e religião nos Barris

postado por Cleidiana Ramos @ 2:57 PM
24 de fevereiro de 2010

Gaiaku Regina, do terreiro Rupayme Runtoloji no documentário Povo de Santo. Foto: Wilson Militão| Divulgação

Tem programa legal para quem curte cinema e religião. Até sexta-feira, dia 26, na Biblioteca Pública dos Barris está acontecendo a mostra de documentários como Atlântico Negro na Rota dos Orixás, Povo de Santo, Orixás da Bahia, Atabaque Nzinga, dentre outros.

A entrada é gatuita e o projeto é uma iniciativa do Núcleo Omi-Dudú que realiza o projeto Ponto de Cultura Odara Dudu. A exibição é na sala Luiz Orlando, que fica no 3º andar da biblioteca. Tem exibição das 9 às 11h50 e das 14 às 17 horas. Para conferir a programação clique aqui.


Encontro sobre cinema e antropologia

postado por Cleidiana Ramos @ 7:26 PM
2 de dezembro de 2009
O antropólogo Claudio Luiz Pereira é um dos coordenadores do ciclo de debates sobre cinema e antropologia. Foto: Marco Aurélio Martins| AG.  A TARDE

O antropólogo Claudio Luiz Pereira é um dos coordenadores do ciclo de debates sobre cinema e antropologia. Foto: Marco Aurélio Martins| AG. A TARDE

Programa imperdível para quem gosta de cinema e antropologia. Os professores da Ufba, Cláudio Luiz Pereira e Maria Cristina de Souza estão coordenando um ciclo de debates sobre o cinema antropológico. O Homem e o Mar é o tema da primeira sessão que começa amanhã, 3 (quinta-feira), às 17 horas, no auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Ufba (ISC), localizado no Canela, antigo prédio da Facom, no campus atrás do Hospital das Clínicas.

O objetivo do ciclo é mosrtar a relação entre cinema e antropologia, apresentar uma filmografia pouco conhecida e reunir o pessoal interessado no tema.

Confiram abaixo a programação:

Sessão 1. Amanhã – Os Pescadores de Aran (1934) de Robert Flarherty.

O filme aborda o cotidiano de uma família de pescadores da Ilha Aran, localizada na costa oeste da Irlanda e cercada por um mar enfurecido, com violentas tempestades. De forma heróica eles buscam a sobrevivência em condições sabidamente desfavoráveis, impostas por uma natureza furiosa. O aclamado diretor Robert J. Flaherty, o mesmo do clássico Nanook do Norte, lança mão de uma formidável e moderna edição na montagem deste filme. Com uma pequena equipe, Flaherty passou dois anos filmando e editando o drama deste grupo familiar. As imagens são deslumbrantes, e a estrutura do filme demonstra influências diretas da Escola Soviética de cinema. Debate com a participação do documentarista e professor Josias Pires Neto.

Sessão 2. Dia: 10/12 – Os Pescadores de Sargaços (1929) de Jean Epstein.

Filmada em 1929, em pleno movimento avant-garde francês, esta obra experimental foi elaborada por Epstein, que mesclou o ritmo das imagens atiladamente decupadas com algumas técnicas do cinema expressionista alemão. Um documentário social com experiências ousadas no dominio da antropologia visual. O filme é o primeiro de uma trilogia que retrata a vida insular da costa da Bretanha.Com a participação do professor Marcos Pierry (FTC – TVE-Bahia)

 
Sessão 3. Dia: 17/12 – A Ilha Nua (1960) de Kaneto Shindô.

A história de A Ilha Nua se passa a oeste do Japão, em um lugar onde se encontram as mais belas paisagens do país. Em uma das ilhas do lugar não há espaço para mais pessoas, além de uma única família que lá habita, uma casal com seu dois filhos. A vida é dura, dado a escassez de água e de alimentos, porém, mesmo assim, esta família vive tranqüilamente, até que um dia acontece uma desgraça que faz com que tudo mude. Tudo, exceto a luta particular e silenciosa dos homens contra os adversos elementos da natureza. Com a participação do professor Cláudio Pereira (Pos Afro-Ufba)
 

 


50 anos de cinema da África Francófona

postado por Cleidiana Ramos @ 4:11 PM
28 de outubro de 2009

Quem adora cinema tem uma opção imperdível: a mostra 50 anos de Cinema da África Francófona, que vai até o dia 4 de novembro.

Para ficar por  dentro do que está acontecendo durante o evento clique aqui e confira o Cineinblog, o blog especializado em Cinema do portal A TARDE On Line.     


Aquecimento para Jardim das Folhas Sagradas

postado por Cleidiana Ramos @ 12:53 PM
7 de outubro de 2009

Estamos na expectativa do lançamento do filme de Pola Ribeiro, Jardim das Folhas Sagradas. O filme está em fase de finalização e conta a história de Bonfim.

Filho de uma yalorixá ele fica sabendo que precisa mudar radicalmente de vida para fundar um terreiro de candomblé. Afastado das tradições religiosas e com os espaços disponíveis cada vez mais raros, ele acaba procurando um lugar na periferia  empobrecida da cidade, que convive com os efeitos da devastação do meio-ambiente.

Afastado do candomblé e questionando fundamentos como o sacrifício de animais, Bonfim cria um terreiro modernizado e descaracterizado, o que lhe trará graves conseqüências. Amizade, obediência, amor, desprezo e amizade são questões em destaque no filme.

Jardim das Folhas Sagradas conta com um elenco formado por Antonio Godi, Harido Deda, Evelin Buchegger, João Miguel, Auristela Sá, Sérgio Guedes, Erico Brás, dentre outros. Enquanto aguardamos o filme confiram aqui abaixo um trailer que já deixa a gente com água na boca:

 


Mostra traz filmes sobre religião

postado por Cleidiana Ramos @ 12:05 PM
21 de maio de 2009
Sodré é um dos palestrantes da mostra de cinema sobre religião. Foto: Rejane Carneiro | AG. A TARDE

Jaime Sodré é um dos palestrantes da mostra de cinema sobre religião. Foto: Rejane Carneiro | AG. A TARDE

Final de semana com boas opções culturais dentro deste universo afro.  De amanhã, sexta,  até o próximo dia 28, na Sala Alexandre Robatto (Biblioteca Pública dos Barris), acontece uma mostra de filmes sobre religião.

As produções são todas sobre ritos de passagem. A organização é da Arquidiocese de Salvador, via a sua Pastoral da Comunicação, em parceria com a  Diretoria de Audiovisual da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Dimas).

O evento chega a Salvador, com curadoria de César Sartorelli, organizador de uma das cinco maiores mostras sobre o tema no mundo.

São 31 filmes. A primeira exibição,  às 19 horas de amanhã, é de Dança das Cabaças – Exu no Brasil feito por  Kiko Dinucci. Também serão exibidas obras originárias de países como Canadá, Irã, Israel, Itália, Bangladesh, Holanda, França, México, Suíça, Rússia e Uzbequistão.

Além dos filmes, o público pode conferir debates sobre os temas abordados. No sábado, às 17 horas,  a discussão é sobre a importância dos ritos de passagem na dinâmica da vida e da morte, com a participação  do professor Jaime Sodré, do sheik Ahmad Abdul e do padre Clóvis Santos.

No domingo, no mesmo horário, o debate é sobre os ritos de passagem e a visão das ciências, com palestras da psicóloga Ana Cecília de Sousa Bittencourt Bastos e do antropólogo Roberto Albergaria. A entrada é gratuita. Para a programação completa e mais informações clique aqui .

Já no Teatro tem mais um temporada de Cabare da RRRRaça, encenado pelo Bando de Teatro Olodum. A primeira sessão é amanhã, sexta, e as apresentações prosseguem até o dia 31, no Teatro Vila Velha. 

A discussão sobre racismo e suas consequências é embalada por um humor cortante e números musicais. Cada dia tem um convidado especial. A primeira é  Mariene de Castro seguida de Juliana Ribeiro, Magary, Pretubom, Graça Onasilê (do Ilê Aiyê) e Manuela Rodrigues. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)

 


Spielberg produz filme sobre Martin Luther King

postado por Cleidiana Ramos @ 1:30 PM
19 de maio de 2009
Vida de líder negro vai para a telona. Foto: AP Photo|File

Vida de líder negro vai para a telona. Foto: AP Photo|File

Steven Spielberg, via o seu estúdio, o DreamWorks, vai produzir um filme sobre a vida de Martin Luther King.  A informação é do site UOL.

“Estamos honrados de ter a oportunidade de contar este momento histórico. Temos esperança de que o poder criativo do cinema e o impacto da vida do doutor King possam ser combinados para apresentar uma história de poder inegável da qual possamos estar orgulhosos”, disse Spielberg.

Não foi divulgado quem será o ator que terá a missão de interpretar King.